A disciplina adequada demonstra amor pelas crianças
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A disciplina adequada é uma expressão de amor e um meio eficaz de regular o comportamento de uma criança. A disciplina está longe de ser apenas uma questão de algumas palmadas no rabo; é uma arte.
Tolerar o mau comportamento de uma criança, ou mesmo inventar desculpas como «ele está cansado», «ele não dormiu a sesta» ou «ele está de mau humor», são manifestações de irresponsabilidade parental.
O «tratamento frio» dos pais neozelandeses: deixar as crianças experimentarem as consequências
Bernny, da Nova Zelândia, tem um filho de dois anos e meio e uma filha de seis meses
Na Nova Zelândia, bater nas crianças é ilegal, por isso os pais geralmente evitam o castigo corporal. Se o seu filho se torna perturbador em público, desde que não incomode os outros, Bernny geralmente emprega uma abordagem de «tratamento frio», como deixá-lo fazer birra.Se isso incomodar outras pessoas, Bernny leva a criança para um local mais tranquilo e aberto e deixa-a continuar com a birra até se cansar. Bernny acredita que as crianças fazem birras para atrair a atenção dos pais ou alcançar certos objetivos através desse comportamento. Se a criança perceber que a sua explosão é ineficaz, ela naturalmente optará por desistir.
Durante um período, o filho mais velho atirou pedras para o lago do jardim, apesar das repetidas advertências. Bernny dizia-lhe: «Olha, magoaste os peixinhos e perturbaste o lago. Não está tudo desarrumado agora?» Depois, pedia ao filho para retirar as pedras da água.Ocasionalmente, o menino recusava-se a obedecer. Se isso acontecia, Bernny não o forçava; em vez disso, ele mesmo recolhia as pedras e mostrava-as ao filho.Se isso coincidisse com o menino a pedir para brincar com o pai, Bernny aproveitava a oportunidade para lhe ensinar: «Olha, tu atiraste pedras para o lago. Agora tenho de as retirar e não tenho tempo para brincar contigo.» Através disso, o menino experimentava as consequências do seu mau comportamento. Assim, ele compreendia que realmente não devia atirar pedras para o lago.Bernny acredita que as crianças não são tão ignorantes quanto imaginamos; elas simplesmente têm menos autocontrolo. Assim, ele defende tratar as crianças como indivíduos desde tenra idade, ensinando-lhes responsabilidade e autocontrole. Os pais japoneses evitam punições públicas: preservando a dignidade Tsukuba, Japão. Filho de dois anos e meio. Nas famílias japonesas, o pai detém autoridade absoluta.É precisamente esse hábito de obediência que tornou os japoneses a nação mais disciplinada e coletivista. Quando as crianças se comportam mal, os pais japoneses empregam várias medidas disciplinares. Estas podem incluir cancelar passeios, negar refeições ou aplicar correções físicas moderadas. No entanto, se uma criança se comporta mal em público, os pais geralmente evitam puni-la abertamente.
Como a maioria dos pais japoneses, TsukuBa acredita que disciplinar as crianças em público viola a etiqueta e prejudica a sua autoestima. Portanto, ela analisa o comportamento da sua filha ou impõe consequências depois de voltar para casa.Os pais sul-coreanos adotam uma punição inovadora: confiscar os telemóveis das crianças! Para crianças teimosas e desobedientes, os pais que procuram alternativas ao castigo físico ou a trancá-las num armário com polvos vivos podem considerar a possibilidade de retirar-lhes os dispositivos móveis.
Uma pesquisa realizada por uma agência de publicidade sul-coreana indica que os telemóveis se tornaram o item pessoal mais querido entre os adolescentes coreanos, tornando o confisco semelhante a privá-los de sua dignidade.
A pesquisa da Cheil Communication revela que 77,5% dos jovens de 13 a 15 anos consideram os telemóveis "indispensáveis", enquanto 76,7% dos jovens de 16 a 18 anos compartilham dessa opinião.
A pesquisa indica que perder os seus telemóveis deixa os adolescentes a sentir-se isolados e desamparados. Confiscar os seus dispositivos móveis revela-se, portanto, uma medida disciplinar altamente eficaz.
A arma secreta dos pais americanos: «tempo de castigo»
Nos lares e creches americanos, pais e professores frequentemente empregam um método conhecido como «tempo de castigo» para disciplinar crianças que se comportam mal.Por exemplo: quando uma criança se comporta mal em casa ou briga com outras crianças, os pais podem levá-la para o seu quarto e deixá-la sozinha por três minutos. Após exatamente três minutos, os pais vão buscar a criança e aproveitam a oportunidade para conversar com ela, incentivando-a a melhorar. Essa abordagem educacional é altamente eficaz e tem um certo efeito dissuasivo para as crianças, seja em casa ou na creche.Porquê?
Em primeiro lugar, a lei americana exige que as crianças sejam acompanhadas e protegidas por adultos em todos os momentos. Nesse ambiente, as crianças raramente passam por negligência emocional ou isolamento. Consequentemente, ser isolada e «negligenciada» inevitavelmente causa um profundo choque psicológico.Em segundo lugar, as crianças normalmente possuem uma forte tendência para a conformidade e a consciência de grupo. Separar-las do grupo faz com que se sintam excluídas, criando uma sensação de «desigualdade» à qual são altamente sensíveis.
Isto também lhes sinaliza que o mau comportamento não é socialmente aceitável. Além disso, afastar temporariamente a criança mal comportada pode aliviar a tensão entre adultos e criança, permitindo que a criança reflita calmamente sobre as suas ações.
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