Faça do Dia da Criança o ponto de partida para a educação financeira do seu filho
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Junho marca invariavelmente a época mais alegre para as crianças. Além da exuberância do Dia das Crianças, as férias de verão estão a chegar. Consequentemente, junho representa uma época de despesas para os pais. No clima económico cada vez mais racional de hoje, junho também deve servir como ponto de partida para a educação financeira das crianças. Isso permite que elas distingam entre diferentes fontes de dinheiro, ao mesmo tempo que cultivam a consciência da moderação e dos gastos sensatos em meio à diversão.
Os dados indicam que as crianças chinesas recebem a maior mesada média mensal, no valor aproximado de 60 yuans por criança. Entrevistas com pais e alunos do ensino básico em Jinan revelam que as mesadas das crianças locais excedem significativamente este valor. «Damos ao nosso filho uma pequena quantia diariamente – apenas alguns yuans para água ou bebidas na hora do almoço. Os totais mensais geralmente variam entre 150 e 200 yuans.»Quando questionados se as crianças poupam algum dinheiro todos os meses, a maioria dos pais indicou que as crianças normalmente gastam tudo o que lhes é dado. Quando os fundos acabam, pedem mais aos pais, o que significa que «não têm um conceito real de dinheiro». Para as crianças, gastar tudo o que recebem reflete uma atitude passiva de negligência, em grande parte resultante de práticas inadequadas dos pais.Essa negligência diária não só promove uma falta de moderação nos gastos diários, como também leva as crianças a desperdiçar quantias substanciais de uma só vez, pensando que «os pais vão dar mais amanhã de qualquer maneira». Isso também as deixa mal preparadas para lidar com quantias maiores de «rendimento», como presentes festivos ou de aniversário dos mais velhos.Muitos pais administram temporariamente esses fundos para os seus filhos, depositando-os em contas bancárias ou juntando-os coletivamente. Embora essa abordagem não seja inerentemente problemática, ela não contribui em nada para cultivar a educação financeira na criança. Os especialistas em educação infantil enfatizam: quanto mais cedo as crianças se envolvem com dinheiro e aprendem a gerir as suas finanças, mais hábeis elas se tornam em ganhar dinheiro mais tarde na vida. Na sociedade atual, a competência financeira é cada vez mais uma habilidade de sobrevivência, com a gestão do dinheiro e a educação financeira a tornarem-se qualidades fundamentais essenciais para o desenvolvimento das crianças.
Isso requer o envolvimento dos pais. Por exemplo, os pais podem fornecer a mesada semanal em uma única quantia, incentivando as crianças a planejar as despesas diárias e aprender gradualmente a alocá-la com prudência. Eles também devem enfatizar a importância de poupar para necessidades futuras. Aumente gradualmente o prazo — mesadas mensais, quantias trimestrais — e mantenha esses fundos em um local designado da casa. Essa visibilidade diária serve como um lembrete constante para as crianças planejarem o amanhã e o futuro.
As escolas também podem introduzir adequadamente esses currículos. Em países como os Estados Unidos, o Reino Unido, o Japão e o Brasil, um número crescente de instituições de ensino estabeleceu programas de educação financeira, incorporando essa educação como disciplina obrigatória nas escolas primárias e secundárias. A partir do momento em que as crianças entram no jardim de infância, elas começam a aprender sobre o conceito de «dinheiro». Elas passam a entender o que é dinheiro, como administrá-lo de forma eficaz e sua importância vital na vida cotidiana.
Os bancos também podem desempenhar um papel significativo nesta área. Por exemplo, podem adotar estratégias observadas no exterior, como oferecer taxas de juro mais altas, criar cartões de poupança atraentes, distribuir brindes interessantes e organizar eventos voltados para crianças, como reuniões familiares ou palestras com clientes ilustres.Estudos psicológicos indicam que, quando as crianças atingem a idade adulta, tendem a desenvolver um apego emocional mais forte ao banco onde pouparam quando eram jovens. Seja para abrir contas poupança, solicitar cartões bancários ou adquirir produtos financeiros, é mais provável que considerem primeiro esse banco. Além disso, dada a intensa concorrência no mercado, do ponto de vista da segmentação de mercado e da atração de clientes, os bancos também podem atrair o investimento e o planeamento financeiro de toda a família, desenvolvendo o mercado financeiro infantil.
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