Por que as candidaturas a empregos são rejeitadas? Descobrindo cinco razões psicológicas para o fracasso
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Muitos afirmam que conseguir um emprego é extremamente difícil hoje em dia, citando as altas expectativas das empresas e a incapacidade de encontrar as funções desejadas como razões para o fracasso na procura de emprego. Ao culpar fatores externos, também se deve refletir internamente: quais razões específicas levaram a esses contratempos na procura de emprego?
Cinco razões psicológicas para o fracasso na procura de emprego
1. Falta de conhecimento sobre a empresa
Muitos licenciados abordam as candidaturas de forma casual. Numa feira de recrutamento, o gestor de contratação de uma empresa de cosméticos pediu a um candidato licenciado que nomeasse várias marcas representadas pela empresa. Para sua surpresa, o candidato não conseguiu nomear nenhuma. O gestor comentou: «Tal desconhecimento da empresa, aliado à falta de esforço em pesquisar sobre ela antes de se candidatar, torna difícil imaginar que tenha algum plano de carreira.Certamente não contrataríamos alguém tão irresponsável.» Os repórteres descobriram que os empregadores frequentemente se deparam com situações como essa.
2. Excesso de confiança
Para alguns graduados, a questão não é encontrar qualquer emprego, mas sim estabelecer expectativas irrealisticamente altas. Eles descartam cargos de nível inferior e buscam cegamente funções idealizadas que oferecem «salários e benefícios altos», que estão distantes de suas capacidades reais.Esses talentos mal preparados enfrentam inevitavelmente o desemprego em meio a pressões crescentes no mercado de trabalho. III. Candidaturas cegas Muitos licenciados continuam sem saber quais são as responsabilidades reais de uma função, interpretando os títulos dos cargos literalmente. Quando uma empresa anunciou uma vaga para planeamento de produtos no seu «Departamento de Serviços Empresariais», muitos candidatos ignoraram-na ao verem «serviços» no título, presumindo que se tratava de atendimento ao cliente.Quando a empresa removeu a palavra "serviço" do cargo, inúmeras candidaturas foram imediatamente enviadas. O gerente de RH aconselhou que, em caso de dúvida sobre uma função, os candidatos devem consultar o departamento de contratação, em vez de confiar apenas em interpretações literais, pois essa abordagem corre o risco de perder oportunidades valiosas.Algumas empresas exigem que todos os recém-formados passem por um ano de formação na linha de frente. Ao saberem que não podem assumir imediatamente funções de design ou gestão, mas devem «suportar um ano de dificuldades», alguns estudantes desanimam e abandonam a oportunidade, perdendo desnecessariamente excelentes perspectivas de emprego. V. Falta de independência Muitos graduados concentram-se exclusivamente nos estudos académicos, sem experiência prática suficiente. Eles dependem do envolvimento dos pais durante todo o processo de candidatura a um emprego, demonstrando falta de iniciativa.Outros, depois de passarem nos testes escritos e nas entrevistas, levam os pais para as negociações contratuais para discutir os termos. Os gestores de RH de várias empresas expressam forte desaprovação a esse comportamento. «O pré-requisito para a procura de emprego é ser um indivíduo independente, com bom senso e responsabilidade pessoal», observou um diretor de RH. Se a sua procura de emprego não estiver a dar certo, examine se você apresenta essas cinco armadilhas comuns.
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