Como é diagnosticada uma mola hidatiforme? Cinco métodos clínicos para detectar uma mola hidatiforme
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Quais são os métodos clínicos para diagnosticar mola hidatiforme? Os especialistas indicam que três abordagens clínicas principais são comumente empregadas, detalhadas abaixo.
Três métodos clínicos para diagnosticar mola hidatiforme
(1) Ultrassom:
Útero anormalmente aumentado com numerosos focos ecogênicos densos e áreas hipoecóicas semelhantes a favos de mel dentro da cavidade uterina. Em baixa resolução, padrões pontilhados grosseiros ou semelhantes a flocos de neve podem ser observados.As moles hidatiformes completas não apresentam imagens fetais ou placentárias, enquanto as moles parciais podem apresentar ambas. Algumas pacientes podem apresentar cistos anexiais unilaterais ou bilaterais de tamanhos variados com múltiplas câmaras. (2) hCG sérico anormalmente elevado: Os especialistas observam que, em casos de mola hidatiforme, os níveis séricos de hCG raramente caem abaixo dos níveis de uma gravidez normal. A relação β-hCG livre/hCG total é significativamente mais alta do que em gestações normais.(iii) Radiografia torácica
A imagem torácica pode revelar metástases pulmonares em pacientes com mola hidatiforme.
(iv) Exame ginecológico
O útero parece aumentado e mole. Nódulos azul-púrpura localizados podem ser palpáveis em casos de invasão vaginal ou cervical.
(v) Investigações adicionais
Tomografias computadorizadas do cérebro podem detectar lesões metastáticas, ou os níveis de HCG no líquido cefalorraquidiano podem ser medidos para confirmar metástases cerebrais.Quais são as principais características diagnósticas da mola hidatiforme? I. Histórico médico (1) Sangramento vaginal após amenorreia: O sangramento vaginal irregular ocorre 6 a 8 semanas após a amenorreia, variando de leve a intenso, às vezes acompanhado de secreção tecidual semelhante a uvas. O sangramento recorrente pode levar à anemia e infecção secundária se não for tratado.
(b) Útero anormalmente aumentado e mole e dor abdominal: Mais de metade das pacientes apresentam um útero maior do que a idade gestacional, com consistência amolecida. A secreção de tecido pode causar dor abdominal inferior devido às contrações uterinas. A torção do quisto do corpo lúteo pode apresentar-se como abdómen agudo.(iii) Hiperémese gravídica e pré-eclâmpsia: Algumas pacientes apresentam hiperémese gravídica mais precoce, mais grave e por um período prolongado. A pré-eclâmpsia pode se desenvolver no meio da gravidez, podendo evoluir para eclâmpsia. (iv) Ausência de movimentos fetais, sons cardíacos ou corpo fetal palpável aos 4-5 meses de gestação. (v) Uma minoria das pacientes desenvolve hipertireoidismo ou insuficiência cardíaca devido à embolia trofoblástica.
II. Achados físicos
Em 50% dos casos, o útero excede a idade gestacional. Numa minoria, o útero pode ser menor ou igual à idade gestacional. Os quistos do corpo lúteo ovariano são comuns e, ocasionalmente, podem ser palpáveis massas anexiais.
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