Quatro tipos de pessoas inadequadas para recursos humanos – você se encaixa nesse perfil?
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Os recursos humanos são o departamento mais crucial dentro de uma empresa e aquele que frequentemente interage com todos os outros departamentos. Ninguém é perfeito, e não podemos esperar que os gestores de recursos humanos sejam impecáveis. No entanto, certos comportamentos ou traços de personalidade são inadequados para essa função. Primeira falha: posicionamento exagerado Na mente de alguns gestores juniores e funcionários, a gestão de recursos humanos é vista apenas como o tratamento de tarefas diversas, como recrutamento e arquivos pessoais.Mais tarde, a criação de um departamento dedicado a recursos humanos e a nomeação de um diretor de recursos humanos trouxe um grupo de «intelectuais» refinados. Esses indivíduos começaram imediatamente a expor estratégias, declarando a sua intenção de se tornarem parceiros estratégicos no desenvolvimento da empresa. A estratégia era discutida por toda a parte. Antes que alguém pudesse compreender totalmente essa mudança, o discurso mudou para a cultura corporativa, com os recursos humanos a se autoproclamarem defensores e embaixadores dos valores da empresa. Posteriormente, eles proclamaram a sua ambição de atuar como consultores de recursos humanos da organização.Posteriormente, declararam a sua intenção de servir como assistentes de gestão para os gestores da linha de frente.
De parceiros estratégicos e embaixadores culturais a consultores e auxiliares de gestão, a equipa operacional não pôde deixar de se perguntar: «O que é que esses tipos do RH realmente fazem? São um bando de figuras místicas!»
Segunda falha:Burocracia
A maioria dos gestores da empresa tem formação operacional, sem formação fundamental em gestão. Eles dependem principalmente da experiência e da intuição, trabalhando incansavelmente do amanhecer ao anoitecer, correndo de um lado para o outro sem tempo para respirar. No entanto, o pessoal de RH, haja ou não motivo para isso, adora escrever longos tratados, emitindo documentos dia sim, dia não — muitas vezes, volumes volumosos com mais de dez páginas. Quem tem tempo para lê-los?No final do ano, o departamento de RH acumulou uma pilha espessa de documentos, mas os funcionários podem ter-lhes dado uma olhada sem reter um único detalhe quando questionados.
Terceira falha: uma propensão para se exibir
Os funcionários relatam que a liderança de RH frequentemente sobe ao palco em reuniões, grandes e pequenas, para expor grandes conceitos e motivar as tropas. O espetáculo é realmente impressionante e emocionante, mas raramente é seguido de ações concretas, muito menos resultados tangíveis. Isso deixa uma impressão distinta de muito barulho por nada — gestos vazios e um foguete de um minuto.A tendência do departamento de RH para se exibir significa que, embora as iniciativas possam ser lançadas com grande alarde, a implementação e o acompanhamento inadequados apenas aumentam as expectativas dos funcionários, levando a uma maior decepção. O trabalho de RH deve transcender o mero apelo emocional; deve transmitir genuinamente significado.
Quarta falha: presunção
Isso decorre diretamente da primeira falha – uma vez que o RH se posiciona como parceiro estratégico, embaixador cultural e consultor da empresa, torna-se excessivamente presunçoso. Preso numa torre de marfim construída a partir de conceitos de gestão da moda, formula medidas e planos distantes da realidade, perseguindo o idealismo e agindo de forma independente. Desde os gestores de linha até aos funcionários comuns, ninguém acredita nisso.O resultado é inevitavelmente uma atuação a solo, onde a música é demasiado intelectual para encontrar público.
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