Quatro abordagens para tratar a tripofobia
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A tripofobia é uma condição psicológica comum caracterizada por um medo irracional de objetos densamente agrupados. As manifestações variam muito — alguns pacientes temem porta-lápis bem organizados, enquanto outros sentem ansiedade em filas ordenadas. A exposição a padrões temidos pode provocar tonturas ou até mesmo choque.É evidente que a tripofobia impede significativamente o funcionamento normal do dia a dia. Como tratar essa condição é uma questão de considerável interesse público. Abaixo estão as abordagens terapêuticas comuns para a tripofobia:
1. Terapia de exposição.A terapia de exposição envolve expor deliberadamente o paciente ao objeto do seu terror. Ao confrontar abruptamente o paciente com a sua fobia, submete-o a uma intensa estimulação psicológica. Se for bem-sucedido, este processo ajuda o paciente a desenvolver uma nova compreensão do seu medo, reconhecendo que o terror é desnecessário.O princípio fundamental da terapia Morita é «seguir o fluxo». Isso implica aceitar e submeter-se às leis objetivas que regem o mundo, rompendo, em última instância, o ciclo vicioso da interação mental em pacientes neuróticos. Para alcançar isso, o paciente precisa...
3. Dessensibilização sistemática. Indivíduos com tripofobia podem realizar o autotratamento por meio da dessensibilização sistemática. O objetivo é eliminar a associação condicionada entre o estímulo temido e a resposta de medo, ao mesmo tempo em que se neutraliza o comportamento de evitação.
4. Método de isolamento. A agorafobia é fundamentalmente uma sugestão psicológica. Superá-la é simples: analisar as camadas compostas das imagens agorafóbicas, dissociar os elementos reais que compõem a cena agorafóbica, isolá-los individualmente e, em seguida, empregar uma sugestão psicológica mais forte para se convencer de sua inofensividade.
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