Cinco terapias essenciais para a atrofia vulvar senil: os tratamentos tópicos continuam a ser essenciais
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A atrofia vulvar senil é uma alteração atrófica causada por distúrbios nutricionais da pele, resultando em vários graus de redução do tecido cutâneo e comprometimento funcional em toda ou parte da pele e mucosa vulvar.A atrofia vulvar senil pode resultar do envelhecimento, distúrbios endócrinos, desnutrição, infeções crónicas, envenenamento, anomalias congénitas ou disfunção neurotrófica; também pode resultar de pressão mecânica prolongada, tração ou fatores físicos, como danos por radiação ou irritação química.Embora afete principalmente mulheres idosas, mulheres de meia-idade com mais de 40 anos experimentam declínio da função ovariana, redução da secreção de estrogénio e diminuição da capacidade de autolimpeza vaginal. Consequentemente, o risco de infecções vaginais externas aumenta progressivamente com a idade. Isso ressalta a importância de iniciar medidas preventivas contra a vaginite a partir da meia-idade.Como, então, deve ser tratada a atrofia vulvar senil?
Abordagens não cirúrgicas são geralmente recomendadas, com resultados satisfatórios alcançáveis por meio de medicação. No entanto, exames de acompanhamento continuam sendo essenciais após o tratamento para prevenir a transformação maligna.
1. Tratamento geral
Mantenha a limpeza e a secura consistentes da pele vulvar. Evite lavar com sabão ou outras substâncias irritantes. Evite coçar com as mãos ou instrumentos. Elimine alimentos picantes da dieta.Use roupas largas e evite roupas íntimas sintéticas não respiráveis para evitar o agravamento da condição. 2. Medicação oral Suplemente com multivitaminas para regular as funções corporais e melhorar a nutrição local. Para aqueles que apresentam tensão mental significativa, sintomas de comichão que levam à insónia, sedativos, hipnóticos e medicamentos dessensibilizantes podem ser administrados por via oral.
3. Tratamentos tópicos
Aplique agentes tópicos anti-comichão. Para o líquen plano esclerótico com atrofia, use pomada de óleo de fígado de bacalhau a 10-20% ou adicione pomada de propionato de testosterona a 1-2%. Aplique 3-4 vezes ao dia até que a pele amoleça, as aderências desapareçam e a comichão diminua.Para líquen plano localizado crónico, aplique pomada de ácido salicílico a 5%–10% externamente. Em casos de espessamento da pele, use pomada de tretinoína a 0,1%.
4. Terapia a laser
O tratamento com laser de dióxido de carbono ou hélio-neon demonstra eficácia no alívio do prurido e na redução das secreções no líquen escleroso, ao mesmo tempo que diminui a hiperqueratose da pele e melhora a perfusão sanguínea.
5. Intervenção cirúrgica
Quando a atrofia vulvar é grave e o tratamento médico se mostra ineficaz, opções cirúrgicas podem ser consideradas. Para lesões de leucoplasia vulvar classificadas como Grau II-III, uma vulvectomia simples pode ser realizada por segurança, com amostras enviadas para exame patológico e acompanhamento pós-operatório. Caso haja malignidade, o tratamento para carcinoma vulvar deve ser administrado.
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