Cuidado! Sete tendências psicológicas prejudiciais nas relações interpessoais das mulheres
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Nas nossas interações com os outros, cada um de nós anseia por relações harmoniosas e agradáveis. Não gostamos de «amizades» superficiais e insinceras, porque essas ligações não se baseiam num envolvimento psicológico genuíno ou numa troca emocional entre as partes. Em vez disso, são pseudoamizades construídas com base no interesse mútuo ou na satisfação dos caprichos dos outros.
Os psicólogos sociais, através de estudos longitudinais, observaram que indivíduos com estados psicológicos pouco saudáveis muitas vezes têm dificuldade em cultivar relações harmoniosas, amigáveis e confiáveis. Nessas interações, eles não obtêm satisfação nem oferecem apoio significativo aos outros. Para promover relações harmoniosas e agradáveis, os psicólogos sociais identificaram vários estados psicológicos prejudiciais comuns que as mulheres devem procurar evitar em seus compromissos sociais.
1. Complexo de inferioridade. Algumas mulheres sentem-se inferiores nas interações sociais devido a fatores como aparência, físico ou refinamento. Hesitam em expressar opiniões, agem de forma indecisa, carecem de coragem, concordam habitualmente com os outros e não têm opiniões independentes.
Nas conversas, não conseguem oferecer insights ou sugestões valiosas que valham a pena considerar, fazendo com que os outros sintam que a sua companhia é uma perda de tempo. Naturalmente, as pessoas irão evitá-las.
2. Inveja. Alguns dizem que a inveja é inerente às mulheres, e isso é particularmente notável nas interações sociais! Ao interagir com os outros, pode-se perceber que não se elogia os pontos fortes ou as conquistas dos outros, mas, em vez disso, nutre-se inveja, desejando que os outros falhem ou até mesmo sofram infortúnios.Considere o seguinte: uma pessoa consumida pela inveja nunca oferecerá calor humano genuíno ou comportamento sincero nos relacionamentos e, naturalmente, não será bem-quista.
3. Natureza suspeita. O maior tabu entre amigos é a suspeita — dúvida infundada sobre os outros. Algumas pessoas suspeitam constantemente que os outros falam mal delas ou imaginam que os outros estão a conspirar contra elas sem motivo, agarrando-se a qualquer coisa e sem ter confiança básica.Essas pessoas prosperam em causar problemas, fazendo com que os amigos as vejam como elementos perturbadores a serem evitados a todo custo. 4. Egoísmo. Algumas pessoas abordam os relacionamentos apenas para obter vantagens — seja cobiçando a posição de outra pessoa, buscando benefícios tangíveis ou perseguindo um pedido específico. Se a outra parte não oferece nenhum benefício tangível, elas se afastam do relacionamento.Essa mentalidade egoísta fere facilmente os outros; uma vez que sua verdadeira natureza é reconhecida, os relacionamentos são decididamente rompidos. 5. Mentalidade de jogo. Nas interações, elas carecem de sinceridade, tratando as amizades como diversões triviais. Adotando uma atitude leviana em relação à vida, elas se envolvem em trocas superficiais sem profundidade genuína, preferindo dar um show. Quando os outros precisam de apoio, elas normalmente fogem ao primeiro sinal de problema. Essas pessoas não conseguem cultivar amizades verdadeiras.
6. A mentalidade indiferente. Eles se deleitam com sua própria singularidade, acreditando ser seres excepcionais, vendo as interações como atos de caridade ou favor. Possuindo um senso inflado de autoimportância, eles mantêm um comportamento distante e altivo que impede os outros de se aproximarem. Naturalmente, tais indivíduos não possuem amigos.
7. Mentalidade preconceituosa. Entregam-se livremente a todos os assuntos, mas adotam uma abordagem marxista-leninista em relação aos outros, criticando cada detalhe com extrema severidade. Guardam rancor por incidentes menores, nutrem ressentimento e consideram os outros indignos de convivência.Esses indivíduos muitas vezes se encontram em becos sem saída nas relações interpessoais, criticando minuciosamente cada assunto e pessoa, levando a um círculo cada vez menor de amigos. Pois ninguém é infalível; sem a capacidade de perdoar, amizades duradouras não podem perdurar.
Pode-se dizer que o propósito da amizade repousa no afeto mútuo e na reciprocidade. Essa troca de emoções e corações entre indivíduos não busca ganhos monetários nem lucros, mas sim o desejo mútuo de interação espiritual e psicológica, apoio emocional e o alimento duradouro que sustenta tais laços.
«É mais abençoado dar do que receber» — essa é a conclusão tirada pelo psicólogo social americano Altman sobre as relações humanas.
Como, então, cultivar amizades genuínas? A Bíblia nos ensina: «Ame os outros como você ama a si mesmo.» «Faça aos outros o que você gostaria que fizessem a você.» Seguindo essa medida, você encontrará a verdadeira companhia.
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