Analisando os riscos associados à lipoaspiração para perda de peso
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A lipoaspiração tornou-se um método de perda de peso preferido entre as mulheres nos últimos anos, muitas vezes a sua primeira escolha para emagrecer. No entanto, ela acarreta riscos significativos e pode facilmente causar danos irreversíveis à saúde da mulher. Embora a técnica seja agora bastante avançada, ainda existem perigos substanciais. As mulheres devem ter cuidado ao considerar esta opção.
Risco 1: Dormência no corpo
Os principais nervos do corpo estão localizados nos músculos, enquanto o tecido adiposo contém principalmente vasos sanguíneos e nervos periféricos. Após a lipoaspiração, os danos nos nervos periféricos podem causar dormência, que normalmente desaparece em cerca de seis meses.No entanto, isso não deve levar ao equívoco de que a lipoaspiração é totalmente isenta de riscos. O procedimento deve permanecer dentro dos limites toleráveis do corpo; quanto maior o volume removido, maiores os riscos associados. Risco 2: Irregularidades cutâneas pós-operatórias A complicação mais comum após a lipoaspiração é a textura irregular da pele após a cirurgia, sendo a remoção excessiva de gordura em áreas específicas a principal causa.Por exemplo, na lipoaspiração abdominal, a remoção de apenas uma pequena quantidade de gordura da parte superior do abdómen pode achatar o estômago, mas criar uma aparência oca quando vista de frente. A abordagem correta envolve uma lipoaspiração abrangente e equilibrada na parte superior e inferior do abdómen e na cintura para obter contornos esculpidos.No entanto, para pacientes com menos de 40 anos, a pele possui elasticidade inerente e pode retrair-se e reparar-se gradualmente. Com o avanço da idade ou em indivíduos excessivamente magros, a elasticidade da pele diminui. Após a lipoaspiração, é aconselhável submeter-se a uma reconstrução da parede cutânea para remover o excesso de pele, resultando num contorno mais suave.
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