O fotorejuvenescimento pode ser realizado em estratos córneos finos?
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O fotorejuvenescimento tornou-se um procedimento cosmético comum. Muitas pessoas com pele sensível questionam-se se ele é adequado para quem tem um estrato córneo fino e se pode causar mais danos ou sobrecarregar a pele já frágil.
O fotorejuvenescimento emprega luz pulsada intensa gerada por equipamentos especializados para estimular reações fotoquímicas na pele. Esse processo induz a reestruturação molecular do colagénio e das fibras elásticas da derme, aumentando a sua quantidade e promovendo a reorganização. Consequentemente, a pele recupera a sua elasticidade, suavidade e firmeza inerentes. Simultaneamente, o efeito fototérmico gerado durante o tratamento melhora a função vascular, regula a microcirculação e diminui eficazmente os capilares visíveis.
O fotorejuvenescimento constitui um procedimento estético avançado não ablativo. Ele atua em condições específicas da pele, penetrando seletivamente nas camadas mais profundas para quebrar a pigmentação, fechar capilares anormais e eliminar imperfeições da pele. Esse processo estimula a regeneração do colagénio, resultando em uma tez mais hidratada e volumosa, irradiando vitalidade jovem.
O fotorejuvenescimento pode ser realizado em epidermes finas?
Com base nos princípios e na eficácia do fotorejuvenescimento acima mencionados, ele é adequado para indivíduos com epidermes finas.
Um estrato córneo fino resulta principalmente de danos na camada de queratina da superfície da pele, manifestando-se como pele frágil, sensível e facilmente avermelhada, às vezes acompanhada por capilares visíveis.
Embora o fotorejuvenescimento atue sobre a pele, ele não irrita nem danifica ainda mais o estrato córneo. Pelo contrário, ele serve como um tratamento para capilares visíveis, aumentando a suavidade, a lisura e a elasticidade da pele.
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