A remoção de pigmentação a laser danifica a pele?
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Muitas mulheres desenvolvem numerosas «manchas de gravidez» no rosto durante a gestação. Embora estas possam desaparecer após o parto, é improvável que sejam completamente eliminadas. Isto perturba frequentemente as mães jovens e bonitas. A remoção de manchas a laser pode resolver eficazmente este problema. No entanto, a maioria das mães preocupa-se com a sua segurança — poderá causar outros danos na pele?
Existem vários tipos de pigmentação, sendo os mais comuns sardas, manchas escuras, manchas solares, manchas da gravidez, melasma e manchas da idade. As sardas, por exemplo, são pigmentações geneticamente determinadas que se manifestam como manchas castanhas do tamanho de uma cabeça de alfinete a um grão espalhadas pelas bochechas e ponte do nariz. Normalmente surgindo durante a adolescência, as sardas muitas vezes persistem ao longo da vida, embora o tratamento possa reduzir a sua aparência.A remoção de pigmentação a laser é mais eficaz para manchas pigmentadas mais escuras e lesões induzidas pelo sol.
O princípio do tratamento envolve um dispositivo a laser que emite um feixe de alta intensidade. Diferentes tipos de laser produzem comprimentos de onda distintos, cada um absorvido por pigmentos específicos da pele. A energia do laser fragmenta e vaporiza os grânulos de pigmento, sela os vasos sanguíneos e facilita a absorção e expulsão dessas partículas pelo corpo, atenuando assim a pigmentação.
Na verdade, a remoção de manchas a laser não danifica a pele, diferentemente dos métodos tradicionais de nível superficial. Um médico demonstrou isso uma vez, apontando um laser com um comprimento de onda absorvido pela melanina para dois balões encaixados. O balão preto interno, exposto ao calor intenso do laser, rompeu, enquanto o balão externo, fino como uma folha e claro, permaneceu totalmente intacto.
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