Pais que mantêm a calma criam filhos com alta inteligência emocional
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O seu filho é inteligente e diligente, mas tem um desempenho consistentemente abaixo do esperado em exames importantes; o seu filho sempre se destacou academicamente e moralmente, mas tem dificuldade em passar em entrevistas de emprego... Muitos pais, ao criarem os seus filhos, muitas vezes priorizam o QI em detrimento do QE.Pesquisas psicológicas recentes indicam que a inteligência emocional é muito mais eficaz do que o QI na previsão da felicidade futura, satisfação e sucesso profissional. Então, como cultivar filhos emocionalmente inteligentes? Embora existam vários métodos, os pais podem começar com a abordagem mais simples: falar com calma.
Primeiro, evite bater ou repreender os filhos. Um pai uma vez confidenciou: «Dr. Zhang, o que devo fazer?Por mais que eu bata ou repreenda, ele continua tão instável e desrespeitoso como sempre.» A maçã não cai longe da árvore. Crianças criadas em meio a abusos físicos e verbais muitas vezes desenvolvem instabilidade emocional, baixa autoestima e frequentemente nutrem hostilidade. Uma das razões é que elas testemunham o padrão de resposta emocional de «frustração-agressividade» dos pais desde cedo, imitando naturalmente esse comportamento. Quando frustradas, elas canalizam a raiva por meio de ações agressivas.
Em segundo lugar, mantenha a compostura sob pressão e fale com o seu filho num tom calmo. Demonstre que enfrentar o stress não precisa provocar uma tempestade. Quando uma criança tem um mau desempenho num exame, os pais muitas vezes reagem como se estivessem a enfrentar uma catástrofe: «Isto é desastroso, a criança falhou...» Nesses momentos, a interpretação da criança dos acontecimentos é muitas vezes influenciada pela resposta emocional dos pais: «Ter um resultado tão mau significa que o mundo está a acabar.»Portanto, é preferível que os pais expliquem calmamente ao seu filho: «Um exame é simplesmente uma verificação do seu aprendizado; é um relatório para si mesmo.»
Em terceiro lugar, esteja atento à forma como você se comunica com o seu cônjuge na frente do seu filho.Quando surgem conflitos entre os cônjuges, eles devem ser discutidos com calma e racionalidade. Se o assunto for adequado para a criança, ela pode ser convidada a participar da discussão: «O pai acha que devemos fazer isto, a mãe acha que devemos fazer aquilo. O que achas que seria melhor?» Se uma discussão pacífica entre os cônjuges for temporariamente inviável, é fundamental nunca discutir na frente da criança. (Zhang Yijun)
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