O rastreio por ultrassom pode detectar a malária em mulheres grávidas; a malária afeta o desenvolvimento fetal
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A Universidade de Oxford anunciou recentemente que investigadores da instituição, em colaboração com colegas tailandeses, investigaram aproximadamente 3800 mulheres grávidas na região fronteiriça entre a Tailândia e Mianmar. Muitas dessas mulheres tinham contraído malária durante o início da gravidez.As ecografias realizadas durante o segundo trimestre revelaram que os fetos das mães que tinham contraído malária apresentavam uma circunferência da cabeça aproximadamente 2% menor do que os das gestações não afetadas — um indicador significativo de restrição do crescimento fetal.
No entanto, o estudo também demonstrou que a deteção precoce e o tratamento eficaz da malária em mulheres grávidas podiam levar a uma recuperação gradual do desenvolvimento fetal nas semanas seguintes.No momento do parto, o tamanho da cabeça do recém-nascido poderia voltar praticamente ao normal. Os investigadores observaram que as estratégias anteriores para ajudar as mulheres grávidas a controlar a malária se concentravam principalmente nas fases finais da gravidez. Este estudo demonstra que tomar medidas no início da gravidez para ajudar as mulheres a evitar a infecção por malária, ou para a detetar e tratar precocemente, também é extremamente importante.
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