10 mentalidades na procura de emprego que garantem o fracasso na carreira
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Qualificações, certificados ou honras falsificados não são salvações para o emprego; tal fraude não pode durar e acabará por arruinar as perspetivas de uma pessoa.
Timidez:
Aqueles que fogem após enviar a sua candidatura, ou gaguejam e coram diante dos recrutadores, provavelmente não impressionarão os potenciais empregadores.Mentalidade de dependência: Alguns graduados carecem de independência, preferindo procurar emprego acompanhados pelos pais ou colegas, ou se candidatando coletivamente à mesma organização na esperança de apoio mútuo. Esses candidatos indecisos raramente são contratados. Mentalidade obcecada pela carreira:Aderindo à noção de que «quem se destaca nos estudos deve entrar no serviço público», eles veem o serviço público como a única carreira legítima, buscando desesperadamente cargos em departamentos governamentais. O resultado geralmente é uma amarga decepção.
Mentalidade comparativa:
Alguns estudantes acreditam que realizações académicas excepcionais, inúmeras honras e «cargos» de destaque durante os estudos lhes dão automaticamente direito a empregos desejáveis. Eles não percebem que os empregadores não julgam o talento apenas por esses critérios.
Mentalidade de dependência:
Alguns adiam a procura de emprego, confiando em conexões para «comprar» cargos com dinheiro. Esse tipo de emprego raramente é sustentável.enquanto outros iniciam relações amorosas cedo, teimosamente agarrando-se à sua cidade natal para permanecer com o seu parceiro após a graduação, o que limita severamente o seu potencial de realização.
Mentalidade conservadora:
Sem espírito competitivo, com medo de abraçar desafios ou agarrando-se à «virtude» da modéstia, sem conseguir mostrar os seus pontos fortes e qualidades únicas, esses indivíduos naturalmente não conseguem atrair a atenção dos empregadores.Subvalorização pessoal:
Ao contrário do conservadorismo, estes indivíduos percebem a concorrência acirrada e sentem-se inferiores, admitindo voluntariamente a derrota. Não ousam «dizer o seu preço» e rapidamente se «vendem» ao primeiro «comprador» que aparece. Chegam mesmo a assinar acordos desiguais oferecidos por alguns empregadores, semeando problemas futuros nas suas carreiras.
A atitude «descolada»:
Algumas pessoas adotam um pensamento radical, projetando constantemente uma aura de indiferença. Recusam-se a procurar emprego ativamente, descartando oportunidades por considerarem que pagam mal ou oferecem benefícios insuficientes. À simples menção de procura de emprego, fantasiam em tornar-se seus próprios patrões. No final, acabam desempregadas e com dívidas pesadas.
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