Equívocos comuns sobre o tratamento de constipações
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As constipações são comuns e recorrentes. Algumas pessoas, ao contraírem uma constipação, evitam procurar assistência médica e recorrem a remédios duvidosos. Isso não só agrava a condição e prolonga a sua duração, como também corre o risco de desencadear recaídas de doenças anteriores ou induzir novas, colocando em risco a saúde e, potencialmente, até a vida. Então, quais são os equívocos comuns no tratamento de constipações?
1. Terapia de transpiração.Muitos acreditam que suar cura uma constipação comum, empregando habitualmente métodos tradicionais para induzir a transpiração. Quando os pacientes sentem frio, mas não conseguem suar, muitas vezes recebem água quente com gengibre e são enrolados em cobertores até ficarem encharcados de suor. Embora isso possa trazer um alívio temporário, é apenas uma ilusão. Tais práticas não aliviam necessariamente os sintomas, encurtam o tempo de recuperação ou levam à recuperação total.Durante uma constipação, a redução da ingestão de alimentos e o enfraquecimento da constituição física significam que a transpiração excessiva pode facilmente causar desidratação e exaustão, diminuindo a resistência e agravando o estado de saúde. Quem sofre de constipações deve dar prioridade ao calor, garantindo ao mesmo tempo uma boa ventilação no seu espaço de vida. Deve beber muita água pura para repor os líquidos e eliminar as toxinas.
II. Comer em excesso ou jejuar como tratamento. Alguns acreditam que se deve aumentar a nutrição consumindo mais carne durante um resfriado, enquanto outros argumentam que, como o apetite diminui, deve-se simplesmente abster-se de comer. Ambas as opiniões são equivocadas. Durante a doença, a motilidade gástrica diminui e a secreção digestiva diminui. O consumo excessivo de alimentos ricos em gordura ou proteína pode causar indigestão, enquanto o jejum completo priva o corpo de calorias essenciais, atrasando a recuperação.A melhor abordagem é consumir alimentos leves e de fácil digestão, como mingau e vegetais.
3. Regimes de medicação múltipla. Muitas pessoas, desejando acelerar a recuperação, tomam simultaneamente vários medicamentos — como analgésicos antipiréticos, vitaminas e antibióticos — acreditando que a combinação aumenta a eficácia.Na verdade, essa é uma abordagem equivocada. Certos medicamentos podem neutralizar os efeitos uns dos outros quando tomados simultaneamente e, em casos graves, podem até causar efeitos colaterais tóxicos ou desencadear reações alérgicas.Na verdade, os fluidos intravenosos servem principalmente para aliviar o desconforto e manter a hidratação, permitindo que o corpo reúna forças contra o vírus. Para constipações leves, mesmo sem medicação ou injeções, a ingestão abundante de água e o descanso suficiente permitem que o sistema imunológico supere naturalmente a doença. Portanto, siga as orientações médicas sobre o tratamento da constipação e evite insistir em fluidos intravenosos.Muitos preferem a «terapia por exercícios» para constipações. Particularmente entre os indivíduos mais jovens, contrair uma constipação muitas vezes leva a um esforço físico deliberado — seja trabalho manual, correr em pistas de atletismo ou jogar basquetebol. Essa abordagem frequentemente se mostra contraproducente. O aumento da atividade física esgota as reservas de energia, enfraquece a resistência a doenças e pode exacerbar os sintomas.VI. Medicação imediata após o início dos sintomas. Nem todas as constipações requerem medicação imediata. Algumas podem ser superadas pela resistência e pelo sistema imunitário do próprio corpo. Sintomas como espirros, tosse, coriza e febre alta podem expelir os agentes patogénicos e enfraquecer o seu poder destrutivo. Tomar medicação ao menor sinal de constipação não só é desnecessário, como pode facilmente levar à resistência aos medicamentos.
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