Estes 6 momentos em que o seu filho precisa de um abraço
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Antes do nascimento, no útero da mãe, o bebé experimenta a presença envolvente do corpo materno. Após o nascimento, o abraço dos pais proporciona uma sensação semelhante de intimidade, ajudando a cultivar a sensação de segurança da criança. Recordando a sua infância, o Sr. Li Ka-shing, o indivíduo mais rico da Ásia, refletiu uma vez com profunda emoção: «O que considero mais inesquecível é o abraço do meu pai.Até hoje, lembro-me vividamente de como o meu pai, um homem culto e equilibrado, ao partilhar momentos tão íntimos, costumava abraçar-me com força e levantar-me no ar...» Antes do nascimento, no útero da mãe, o bebé sente a presença envolvente do corpo materno. Após o nascimento, o abraço dos pais permite à criança experimentar essa mesma sensação de proximidade, ajudando a cultivar um sentimento seguro de pertença.
A psicologia reconhece um termo conhecido como «fome de pele», que se refere a um desejo latente de afeto, cuidado e conforto que pode se desenvolver em indivíduos que receberam poucos abraços dos pais durante a infância. Quando esse desejo se torna excessivamente intenso, pode se manifestar como dependência emocional patológica.Por outro lado, as crianças que experimentam amplo contacto físico desde a infância tendem a se sair melhor na idade adulta, demonstrando maior equilíbrio emocional, autoconfiança e capacidade de cuidar dos outros. Além disso, o abraço serve como um alívio natural do stress. Uma pesquisa da Emory University, nos Estados Unidos, indica que abraços frequentes durante a infância preparam os indivíduos para lidar melhor com o stress na idade adulta. Um estudo italiano revela ainda que as crianças regularmente abraçadas pelos pais são menos propensas à depressão e possuem maior confiança para enfrentar desafios.O psicólogo americano Dr. Harold Fosdick observou que os abraços aumentam a resiliência psicológica das crianças, promovendo maior força. As crianças precisam particularmente do afeto dos pais nos seguintes momentos:
1. Imediatamente após o nascimento. Pesquisas internacionais indicam que as mães devem segurar os seus recém-nascidos na primeira hora de vida, estabelecendo um contato íntimo pele a pele. Isso reduz as respostas ao estresse dos bebês, minimiza o choro, promove o sono e apoia o desenvolvimento saudável.Outras pesquisas indicam que bebés que recebem terapia de toque entre o nascimento e os dois meses de idade apresentam um Índice de Desenvolvimento Mental (MDI) 7,4 pontos mais alto do que aqueles sem esse estímulo. 2. Quando choram. Chorar é um instinto humano fundamental que esconde emoções complexas — medo, dor, fome ou frustração.Como as capacidades expressivas das crianças são subdesenvolvidas, é difícil para os pais discernir de forma rápida e precisa a verdadeira causa do seu choro. Quando um bebé chora, os cuidadores devem primeiro verificar se há necessidades fisiológicas, como fome ou fralda suja. Para crianças mais velhas, os pais devem perguntar sobre as suas necessidades. Se a criança se sentir injustiçada, agachar-se para abraçá-la pode proporcionar tranquilidade e uma sensação de segurança.
3. Ao acordar. Assim como os adultos experimentam a «sonolência matinal», as crianças podem sentir-se desorientadas ao acordar, experimentando uma sensação de perda, pois o ambiente familiar parece desconhecido. Nesses momentos, os pais podem carregar o bebé para que ele veja as coisas, ajudando-o a se livrar rapidamente da sonolência ao acordar.
4. Quando frustrado.Quando os bebés se assustam com ruídos altos, tropeçam ao andar ou quando as crianças pequenas enfrentam contratempos na aprendizagem ou nas interações sociais, o abraço dos pais serve como o refúgio emocional definitivo. Acalma os seus corações sensíveis, ajudando-os a esquecer rapidamente as desagradáveis experiências recentes. Sem o conforto oportuno, as crianças têm de enfrentar sozinhas uma pressão esmagadora. Com o tempo, isso pode fomentar traços indesejáveis, como indiferença ou egoísmo.
5. Ao encontrar ambientes desconhecidos. Por volta dos seis meses de idade, os bebés começam a desenvolver ansiedade com estranhos, resistindo a pessoas ou ambientes desconhecidos. Para as crianças que estão prestes a começar a creche, enfrentar novos ambientes, colegas e rotinas pode parecer uma «provação». Nesses momentos, os pais devem abraçar os seus filhos, incentivando-os a deixar o abraço dos adultos somente quando estiverem familiarizados com o ambiente.
6. Durante separações. A mobilidade da vida moderna inevitavelmente traz períodos de separação entre pais e filhos, sejam eles breves ou prolongados. Situações como viagens de negócios dos pais ou um dos pais a trabalhar durante as férias exigem a separação. Psicologicamente, a separação representa um desafio emocional significativo para as crianças. Se mal administrada, pode desencadear ansiedade de separação e fomentar problemas de confiança mais tarde na vida. Ao se separarem, os pais devem oferecer um abraço sincero.
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