A arte da comunicação persuasiva: dicas essenciais para profissionais de escritório
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Muitos reconhecem esta experiência: ao entrar numa sala desconhecida ou conhecer alguém novo, o monólogo interno mais frequente é: «Como posso quebrar o gelo e fazer amigos?» No entanto, na solidão, pode-se refletir de repente: «Meu Deus, que comentário abrupto».Ou: «Meu Deus, por que disse algo tão estranho naquela altura?» Quando estes pensamentos surgem, quase que se pode morder a língua de frustração. No entanto, não há remédio para o arrependimento, restando-nos apenas lembrar-nos amargamente de não repetir tais erros. Isto, porém, muitas vezes deixa-nos tensos, até mesmo com medo de encontrar estranhos.
Como evitar esse constrangimento? Não tema — agora vamos compartilhar alguns «segredos de conversação habilidosa» que certamente ajudarão você a superar facilmente as divisões sociais, seja no trabalho, em festas ou entre amigos, transformando-o em um conversador persuasivo e de língua afiada.
Técnica secreta número um
A estratégia do novo conhecido
Numa festa onde os copos tilintam e homens bonitos e mulheres lindas abundam, como pode deixar que os outros a vejam como uma pessoa calada? Não presuma que não há ninguém que conheça aqui — alguns que parecem próximos podem ser apenas novos amigos. Diga corajosamente a primeira palavra e já terá sucesso pela metade.Primeiro, observe as pessoas ao seu redor (ou aquelas que chamam a sua atenção). Procure detalhes distintos — acessórios étnicos, talvez, ou um relógio que você admira. Discutir esses detalhes geralmente desperta interesse imediato. Escolha temas leves e animados para conversar; um riso alegre pode instantaneamente preencher a lacuna.
Ao encontrar alguém que lhe interesse, para preparar o terreno para um segundo encontro, sinta-se à vontade para chamá-lo pelo nome, contar uma piada inofensiva ou relatar uma anedota alegre. Isso deixa uma impressão relaxada e harmoniosa.
No entanto, tenha o cuidado de evitar fazer perguntas que só possam ser respondidas com um simples sim ou não. Essas perguntas efetivamente sufocam a conversa.Deixe espaço para a conversa fluir. Além disso, evite comentários irreverentes, para não correr o risco de ofender o seu novo conhecido e desfazer todos os seus esforços anteriores. Dica secreta n.º 2: o atalho para a procura de emprego Quando entra na sala de entrevistas, o seu coração acelera para 120 batimentos por minuto?Por mais acessível que o entrevistador pareça, cada palavra que ele pronuncia ainda faz as suas mãos suarem de nervosismo. Cada pergunta deixa o seu cérebro dolorido, mas você ainda sente que está a falhar... O que fazer? A primeira impressão que o entrevistador tem de si é crucial. Um pequeno prelúdio antes do início da entrevista formal pode lhe render alguns pontos positivos.
Procure temas leves e com os quais ele se identifique. O ideal é discernir os interesses dele com uma observação atenta (por exemplo, uma pele bronzeada sugere atividades ao ar livre; padrões de linguagem distintamente modernos indicam que ele é versado em tecnologia). Envolva-o na conversa, lembrando-se de responder prontamente e naturalmente aos comentários dele — evite silêncios constrangedores. Isso despertará o interesse dele por si.
Depois de ter começado bem, durante a entrevista, seja seletivo nas suas respostas às perguntas do entrevistador. Por exemplo, quando lhe pedirem para falar sobre os seus pontos fracos, concentre a sua resposta em como identificou e lidou com falhas no passado. Seja honesto sobre as suas deficiências, mas evite insistir excessivamente nelas. Essa abordagem deixará uma impressão positiva no entrevistador, que o verá como uma pessoa sincera, capaz e em busca de autoaperfeiçoamento.
Um bom começo exige um final forte. Após a entrevista, faça mais perguntas ao entrevistador com quem estabeleceu uma boa relação. Estas devem decorrer naturalmente da conversa durante a entrevista – tais como a estrutura organizacional da empresa, o objetivo principal desta campanha de recrutamento ou as perspetivas de desenvolvimento futuro para a função.
Dica secreta três
A arte da diplomacia no escritório
Embora o escritório possa ser um espaço pequeno, rumores e fofocas circulam incessantemente, e seu poder destrutivo costuma ser surpreendente. Proteger-se nesse ambiente é fundamental.
Evite assuntos delicados. Evite indagar sobre questões como bônus de fim de ano dos colegas, especialmente se você não gosta de discutir detalhes financeiros pessoais.
Evite desabafar frustrações sobre as políticas da empresa com os colegas; tais reclamações podem chegar à gerência, deixando-o sem chance de se defender.
Cultive a sutileza: não exiba riqueza nem revele dificuldades financeiras. Mantenha a privacidade sobre assuntos pessoais. Evite dar a impressão de que não consegue controlar as suas emoções.
Mantenha as suas ambições bem escondidas. Proclamar ao mundo o seu desejo por um cargo específico é o mesmo que declarar guerra aos colegas e até mesmo aos seus superiores. Cuidado para não «morrer antes de realizar as suas ambições».
Se o seu superior perder a paciência, mantenha a sua compostura habitual — nem servil nem arrogante, mas moderado na sua resposta. Por fim, informe-o de que está disposto a ouvir e peça franqueza. Esta abordagem pode muito bem virar a maré a seu favor. No entanto, se a culpa for sua, ofereça um pedido de desculpas sincero e corrija o seu erro.
Aspira ser uma funcionária respeitada e bem-vista? Então evite tornar-se a mulher tagarela do escritório (BMW). Saber quando ficar calada fará com que pareça mais simpática. Evite despejar indiscriminadamente a sua conversa trivial nos outros, desconsiderando os seus pensamentos, e certamente não exiba fofocas ou assuntos pessoais para colegas desconhecidos.
Dicas secretas complementares
Linguagem corporal decifrada
As pessoas costumam usar a linguagem corporal para expressar o que realmente sentem — coisas que talvez não queira ver ou ouvir, mas que são as mais genuínas. Dominar a linguagem corporal irá equipá-la com uma ferramenta valiosa para navegar nas interações interpessoais.
Piscar rapidamente: indica falta de confiança em si mesmo ou concentração profunda. Também pode sinalizar medo, com o coração acelerado.
Bater os dedos: essa pessoa está ficando impaciente e deseja encerrar a conversa. Proceda com cautela, pois ela pode dizer algo de que se arrependerá.
Inclinar-se para a frente enquanto fala: simplesmente não acredito em si.
Tocar constantemente no nariz: sobre o que estamos a falar agora?
Esses gestos sutis revelam verdades ocultas. Pode usá-los para sinalizar ao interlocutor que está cansado do seu monólogo interminável ou observar a sua linguagem corporal para perceber que ele já se distraiu com outros pensamentos — então, é melhor encerrar esse assunto.
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