Inveja no local de trabalho: quem sofre é você mesmo
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A vida raramente corre como planeado; poucos têm uma vida sempre tranquila. A noção de «tudo correr na perfeição» continua a ser apenas um desejo.
No local de trabalho, cada um de nós enfrenta contratempos, fracassos e tentações. Cultivar a satisfação pode poupar-nos muitos problemas e angústias desnecessárias.
Como diz o velho ditado: a vida humana dura apenas trinta e seis mil dias; embora se possa possuir mil mansões, três pés de espaço são suficientes para dormir. Refletindo bem, isso contém uma profunda verdade.
Com menos desejos e mais contentamento, as nossas vidas serão perpetuamente banhadas pela luz do sol, e os nossos corações serão para sempre refrescados por brisas suaves!
Em segundo lugar, a mentalidade humana comum
As razões para a alegria são múltiplas, mas o descontentamento muitas vezes tem uma única origem: estabelecer expectativas demasiado elevadas para si mesmo. No local de trabalho, alguns acreditam que «grandes responsabilidades são conferidas àqueles que estão destinados à grandeza», estabelecendo assim metas elevadas e abraçando «ambições elevadas».Na realidade, muitas dessas ambições e ideais elevados estão distantes das circunstâncias e capacidades pessoais. Isso inevitavelmente gera um descontentamento constante.
Portanto, no local de trabalho, é mais sensato adotar uma perspetiva mais realista — uma «mentalidade mortal» — estabelecendo objetivos alcançáveis ou alinhando as aspirações com a capacidade real de cada um. Isso permite-nos encontrar esperança em cada conquista e saborear a alegria do sucesso.Com o tempo, uma disposição alegre irá naturalmente enraizar-se. Como a canção «The Ordinary Man» tão bem diz: «Tu e eu somos apenas pessoas comuns, vivendo neste mundo mortal.» Nesta vida, devemos abraçar uma «mentalidade comum» para ver a nossa «existência comum».
Em terceiro lugar, minimize os rivais percebidos
No local de trabalho, muitos, consciente ou inconscientemente, veem os colegas como «rivais» profissionais, colocando-se perpetuamente num estado de tensão competitiva.
Na verdade, o local de trabalho abriga poucos adversários genuínos, e há pouca necessidade de ver os outros perpetuamente como oponentes. Adote uma mentalidade calma, mude de uma mentalidade de «adversário» para uma mentalidade de «colaborador», defendendo a harmonia como a maior virtude. Afinal, progredir através do apoio mútuo invariavelmente supera o avanço através do conflito.
Além disso, deve-se concentrar-se em reconhecer os próprios pontos fortes, em vez de tentar encaixar-se nos padrões ou trajetórias de vida dos outros. Manter a independência e a integridade pessoais constitui a base de uma vida bem-sucedida.
Em quarto lugar, pratique a tolerância para com os outros.
Como observou um psicólogo: «Aqueles que são propensos à comparação, quando limitados pelas suas próprias capacidades, muitas vezes projetam as suas aspirações nas pessoas mais próximas — alguns esperando o sucesso do marido, outros a excelência do filho».
Quando essas «expectativas» não são satisfeitas, isso inevitavelmente traz uma profunda decepção, até mesmo um desespero total. Cada pessoa tem a sua própria vida e o seu próprio caminho; como diz o ditado, «cada um com a sua ambição». Diante disso, por que insistir em impor as suas próprias ideias aos outros? Isso não é apenas imprudente, mas também irrealista.
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