Estes materiais são usados na rinoplastia
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O politetrafluoroetileno expandido (ePTFE) é atualmente o substituto de tecido biológico mais ideal. Possui excelente biocompatibilidade e uma estrutura microporosa única, livre de toxicidade, carcinogenicidade ou efeitos colaterais alergênicos. As células dos tecidos humanos e os vasos sanguíneos podem crescer em seus microporos, formando conexões teciduais semelhantes ao tecido autólogo. Seu uso na rinoplastia produz resultados altamente satisfatórios. No entanto, a rinoplastia com ePTFE oferece menos flexibilidade escultural do que o silicone, e a remoção pode ser um desafio se os resultados forem insatisfatórios.
O silicone continua a ser o material mais utilizado na rinoplastia na prática clínica. Possui boa elasticidade, um toque suave e é facilmente moldável. Não apresenta infiltração ou difusão, é facilmente removível e raramente causa reações de rejeição. O silicone tem propriedades físico-químicas estáveis, não é tóxico, não é cancerígeno e não é teratogénico. A sua compatibilidade com os tecidos é relativamente estável, com baixa suscetibilidade ao envelhecimento ou deformação.
A sua maior vantagem reside na facilidade de remoção completa, caso o paciente considere a aparência pós-operatória insatisfatória, sem deixar defeitos residuais. Embora a maior rigidez do silicone possa causar deslocamento em caso de impacto, o seu preço acessível torna-o uma opção de implante econômica.
A cartilagem autóloga é um dos materiais mais desejáveis para a rinoplastia. As fontes comumente utilizadas incluem cartilagem costal, cartilagem auricular e cartilagem septal. Este tecido autólogo alcança integração permanente com as estruturas nasais, eliminando os riscos de rejeição e oferecendo resistência robusta a infeções. O contorno nasal resultante parece indistinguível do tecido natural, tanto visualmente quanto ao toque, tornando-o altamente preferido entre os pacientes cosméticos.
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