A cirurgia estética deve deixar a confiança transparecer na sua aparência
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«Estou à procura de emprego desde novembro passado, mas ainda não encontrei uma posição satisfatória», comentou Xiao Meng, uma recém-formada que, incapaz de garantir um emprego adequado, decidiu primeiro melhorar a sua aparência. Ela observou que, independentemente do reconhecimento, mulheres com aparência atraente consistentemente ganham mais oportunidades do que pessoas comuns como ela, mesmo quando suas capacidades são insuficientes. «Como não posso mudar de empregador, devo mudar a mim mesma.»Depois de se submeter a procedimentos nos olhos e no nariz, ela irradia confiança. Em meio à tendência dos estudantes de fazer cirurgias plásticas, muitos estão prestes a entrar em novos ambientes — seja continuando os estudos na universidade ou entrando no mercado de trabalho.Perante estes novos capítulos, alguns procuram uma aparência renovada para atrair a atenção, enquanto outros — propensos a culpar a sua aparência pelos seus fracassos — recorrem à cirurgia estética para reforçar a confiança e a competitividade, em meio ao medo do desconhecido.
Os estudantes procuram principalmente procedimentos nos olhos e no nariz
«Anteriormente, as pessoas acreditavam que as pálpebras simples eram pouco atraentes e optavam pela cirurgia de pálpebras duplas, mas isso é um equívoco», afirma o diretor Wu Licheng. Hoje em dia, seja na cirurgia dos olhos ou do nariz, o objetivo é uma melhoria abrangente adaptada às características individuais.Por exemplo, os procedimentos oculares abrangem procedimentos como epicantoplastia, remoção de bolsas nas pálpebras inferiores e cirurgia de pálpebras duplas. Algumas pessoas conseguem olhos maiores apenas através da epicantoplastia, demonstrando que a cirurgia de pálpebras duplas não é a única opção. Da mesma forma, a rinoplastia envolve ajustes abrangentes na raiz, nasas e ponta do nariz, em vez de apenas aumentar a altura. A cirurgia plástica deriva da insegurança «No processo de melhorar a aparência, o mais importante é remodelar a mentalidade do paciente e restaurar a sua confiança»,Inúmeros cirurgiões plásticos concordam que, por trás das inúmeras motivações para a cirurgia, a questão fundamental é muitas vezes a falta de autoconfiança.
No exterior, os cirurgiões plásticos são por vezes chamados de «psicólogos com bisturis». Isto decorre do facto de muitas mulheres que procuram procedimentos cosméticos sofrerem frequentemente de sofrimento psicológico devido à insatisfação com o seu corpo ou aparência. Assim, a cirurgia traz não apenas uma transformação física, mas, fundamentalmente, uma renovada confiança na vida e no trabalho.
Os especialistas explicam: «Por outro lado, algumas mulheres insistem em procedimentos extensos, apesar da necessidade mínima. Nesses casos, o aconselhamento psicológico é a prioridade.» Os cirurgiões plásticos também alertam que menores de 18 anos, cujos sistemas corporais ainda estão em desenvolvimento, geralmente devem evitar a cirurgia, a menos que seja medicamente necessária.
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