Como ser um pai competente? Segure o seu bebé o mais frequentemente possível
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Muitas vezes observamos na televisão que muitas crianças têm uma relação excepcionalmente próxima com os pais, confiando-lhes segredos em vez de às mães. Isto sublinha a maior confiança que as crianças depositam nos pais. Sem um confidente, as crianças tornam-se mais suscetíveis à depressão. Então, como se pode tornar um pai em quem o bebé confia?
1. Apareça no campo de visão do bebé ao lado da mãe.
Pois, na visão inicial do desenvolvimento de um bebé, o rosto visto com mais frequência é o da mãe. Na memória da criança, esse rosto está perpetuamente adornado com um sorriso gentil, e «essa pessoa» satisfaz consistentemente as suas diversas necessidades no momento certo. Com o tempo, o bebé passa a confiar plenamente nesse «rosto» e nessa «pessoa».Os pais devem, portanto, começar por aqui, esforçando-se para brincar com o bebé ao lado da mãe sempre que possível. Eles também podem tentar satisfazer as necessidades do bebé sob a orientação da mãe. Com o tempo, o bebé irá gradualmente construir confiança no pai.
2. Segure o bebé o máximo possível.
Pois só quando segurado por um adulto é que um bebé se sente seguro, e essa sensação de segurança é a base essencial para todas as suas atividades.Portanto, independentemente de quão ocupado esteja o trabalho ou de quão cansado se sinta ao chegar a casa, e apesar da preocupação genuína de que acordar o bebé possa torná-lo mais difícil adormecer novamente, os pais devem pegar o bebé assim que chegarem a casa. Acaricie-o suavemente, faça-lhe festinhas e participe em jogos simples. Isso não só encanta o bebé, mas também permite que o pai relaxe a sua mente cansada através da brincadeira. O contacto físico regular aprofundará a confiança do bebé no pai.
3. Envolva-se em «comunicação verbal» frequente com o bebé.
Qualquer estímulo, seja movimento ou som, pode servir como meio de interação com o bebé. Ao ouvir a voz de um adulto, o bebé desenvolve uma necessidade de comunicar, e essa mesma necessidade impulsiona a sua aquisição da linguagem. A voz do pai, distinta da voz da mãe, muitas vezes excita o bebé. Com o tempo, eles desenvolvem uma afinidade por esse som e, consequentemente, pela pessoa que o produz.
A psicologia do desenvolvimento infantil defende que a compreensão do mundo pelos bebés deve ocorrer por meio de adultos como «intermediários». Sem a interação com adultos, o desenvolvimento psicológico da criança não pode prosseguir normalmente. No desenvolvimento de um bebé, a mãe muitas vezes desempenha um papel crucial, pois satisfaz todas as necessidades fisiológicas do bebé e normalmente serve como «intermediária» para o contacto do bebé com o mundo objetivo. Em comparação com a mãe, a atenção do pai para com o bebé é muitas vezes lamentavelmente escassa.
Os pais geralmente concentram as suas energias nas suas carreiras, oferecendo, no máximo, um breve entretenimento à beira do berço. Raramente consideram pegar o bebé no colo. Ao chegar em casa e encontrar a criança a dormir, podem apenas olhar atentamente por cima da grade do berço. Essa falta de atenção reduz as suas interações espontâneas com o bebé.
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