Esteja atento a estes sinais de alerta: vómitos, queda de cabelo, esquecimento, etc.
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O stress traz não só ansiedade e fadiga, mas também desconforto físico inesperado. O renomado site americano de consultoria em saúde "Rodale" resumiu recentemente esse fenómeno. Os seguintes sintomas podem indicar que o seu corpo precisa reduzir o stress:
Vómitos. O stress muitas vezes acompanha a ansiedade, podendo provocar náuseas, vómitos ou uma condição conhecida como «síndrome de vómitos cíclicos». Esse distúrbio envolve episódios recorrentes de náuseas e vómitos intensos, cada um com duração de horas a dias, geralmente começando no mesmo horário todos os dias.
Queda de cabelo.A queda de cabelo induzida pelo stress manifesta-se de duas formas. A primeira é a alopecia areata, uma doença autoimune em que os glóbulos brancos atacam os folículos capilares, levando à queda de cabelo. A segunda é o eflúvio telógeno, que pode ter consequências mais extremas, caracterizado pela perda repentina de mais de 70% do cabelo. A Academia Americana de Dermatologia observa que as pessoas muitas vezes têm dificuldade em associar essa condição ao stress, pois a queda de cabelo geralmente ocorre meses após um evento estressante, como a perda de um ente querido.Quando o evento estressante termina, a queda de cabelo geralmente desaparece. Sangramento nasal. Pesquisas indicam que, em certas circunstâncias, as pessoas podem ter sangramento nasal devido ao aumento do estresse. Um estudo de 2001 publicado no British Medical Journal sugeriu que o sangramento nasal está relacionado ao aumento repentino da pressão arterial, um fenômeno mais comum durante situações estressantes.Esquecimento. Se tem dificuldade em lembrar-se de detalhes de uma reunião recente, pode estar a sofrer de atrofia do hipocampo. O stress prolongado e persistente pode danificar o hipocampo, a região do cérebro responsável por regular a memória de curto prazo e suprimir níveis excessivos do hormônio do stress cortisol, prejudicando assim a função da memória.
Suscetibilidade a constipações. O stress enfraquece a função do sistema imunitário, reduzindo a resistência do corpo e tornando-o mais propenso a constipações. Isto ocorre porque o stress desencadeia a libertação sustentada de adrenalina, o que prejudica o papel das glândulas supra-renais na regulação do sistema imunitário. Além disso, o stress faz com que a glândula timo encolha, prejudicando a função dos telómeros – genes que auxiliam na proliferação das células imunitárias. Uma das melhores maneiras de controlar este tipo de stress é através do exercício físico.
Transpiração excessiva. O stress predispõe os indivíduos à hiperidrose, particularmente nas palmas das mãos e nas solas dos pés. A ioga e a meditação podem aliviar este tipo de transpiração. Se houver suspeita de hiperidrose, é aconselhável consultar um médico imediatamente. Pesquisas indicam que o suor induzido pelo stress libera sinais químicos, alertando outras pessoas para a presença de stress.
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