Causas da ruptura prematura das membranas
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Antes do parto, a ruptura do líquido amniótico é comum. No entanto, caso ocorra uma ruptura prematura, mantenha a calma e procure atendimento hospitalar imediato. O que causa a ruptura do líquido amniótico?
I. Atividade sexual
Durante o final da gravidez, o aumento da sensibilidade uterina significa que estímulos externos (como a pressão mecânica da relação sexual) podem desencadear contrações. As prostaglandinas presentes no sémen podem estimular as contrações uterinas.Durante a relação sexual, a compressão ou o impacto abdominal podem aumentar a pressão intra-amniótica. Esses fatores combinados podem romper as membranas amnióticas. Envolver-se em atividades lúdicas que envolvam estimulação dos mamilos durante a relação sexual pode exacerbar ainda mais o risco de ruptura prematura. A atividade sexual no final da gravidez é uma causa significativa de ruptura prematura das membranas, merecendo atenção dos futuros pais.
II. Causada por desequilíbrios nutricionais
Uma deficiência de vitamina C e oligoelementos, como cobre e zinco, na dieta da mulher grávida pode tornar as membranas amnióticas frágeis e sem elasticidade, aumentando assim a suscetibilidade à ruptura prematura. As futuras mães devem consumir regularmente alimentos ricos em vitamina C, como vegetais frescos, incluindo couve chinesa, cebolinha, espinafre, pimentão verde, pepino, couve-flor, bok choy e brócolos.As frutas ricas em vitamina C incluem jujubas frescas, kiwis, espinheiros, pomelos, morangos, laranjas, toranjas e limões. Frutas comumente consumidas, como maçãs, peras, pêssegos, damascos, bananas e uvas, contêm níveis mais baixos de vitamina C.
III. Pressão excessiva na cavidade amniótica
Mulheres grávidas com múltiplos fetos ou com polidrâmnio são propensas à ruptura prematura das membranas devido à pressão elevada dentro da cavidade amniótica. Casos envolvendo apresentação pélvica, posição transversal, estenose pélvica ou desproporção cefalopélvica também podem levar à ruptura prematura das membranas devido à distribuição desigual da pressão dentro da cavidade amniótica.Além disso, o desenvolvimento anormal das membranas, como a corioamnionite, pode causar pressão excessiva na cavidade amniótica, levando à ruptura prematura das membranas.Os agentes patogénicos que causam infecção das membranas são diversos, incluindo bactérias, micoplasma e clamídia. As infecções por micoplasma e clamídia geralmente apresentam-se sem sintomas evidentes, tornando-as difíceis de detectar pelas mulheres grávidas. A relação sexual durante a gravidez tardia também pode causar infecções do trato genital, precipitando a ruptura prematura das membranas antes do parto e potencialmente levando à infecção puerperal após o parto. Portanto, a atividade sexual deve ser evitada na gravidez tardia para prevenir infecções do trato genital e garantir a segurança materna e fetal.
V. Outros fatores
A incompetência cervical na mulher grávida pode estimular as membranas, provocando a ruptura prematura das membranas. Além disso, fatores como tosse violenta, riso repentino, raiva intensa, prisão de ventre e levantar objetos pesados podem causar um aumento repentino da pressão abdominal, o que também pode precipitar a ruptura prematura das membranas.
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