Terapia psicológica eficaz para o desgosto amoroso
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A felicidade e a doçura do romance são sempre saboreadas em conjunto, mas a dor e a amargura do desgosto amoroso devem ser enfrentadas sozinho. Os danos causados por um coração partido podem ser tão profundos que algumas pessoas ficam à beira do colapso mental, chegando mesmo a pensar em suicídio. A terapia psicológica pode reparar as fraturas emocionais deixadas pelo desgosto amoroso? Continue a ler para descobrir a resposta.
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Primeira fase do desgosto amoroso: choque e descrença
A reação inicial é de descrença, uma incapacidade de aceitar a realidade da separação. A pessoa procura evidências de que o amor ainda existe, mas, apesar de rastejar no chão, tudo o que acaba por encontrar são as cascas descartadas do afeto passado.
O aconselhamento psicológico para esta fase inicial recomenda uma ação decisiva: cortar rapidamente os laços emocionais é a abordagem mais eficaz para processar uma separação. Naturalmente, onde a lâmina corta, o sangue corre, mas quanto mais rápida e limpa for a ação, menor será a ferida. Confie que o tempo tem o poder de curar tudo.
Fase dois: raiva e acerto de contas
Nesta fase, o amante traído arde de raiva. Entrega-se ao ódio, desejando despedaçar a outra pessoa para satisfazer a sua fúria.
Conselho psicológico para esta segunda fase: a raiva é uma resposta natural quando se é abandonado. Não reprima essas emoções. Escreva uma carta desabafando todas as falhas e defeitos que percebeu na outra pessoa. Quando terminar, rasgue a carta em pedaços e jogue-a no fundo da lixeira.
Terceira fase: reconciliação e súplicas
Quando a raiva passa, fica uma profunda sensação de desolação. Manter um relacionamento não é fácil, e você pode ficar tentado a abandonar toda a dignidade para reconquistar a pessoa. No entanto, esse caminho só aprofunda a sua tristeza e angústia.
Conselho psicológico para esta fase: a partida da outra pessoa já sinalizou a sua posição em relação ao relacionamento. Simplesmente não vale a pena gastar energia a tentar mudar nada. Persistir só levaria a afundar ainda mais na areia movediça, sem conseguir se libertar.
Quarta fase: jogar com o amor
Nesta fase, pode descartar os ideais românticos do passado com desdém, procurando ativamente substitutos e precipitando-se em relações com estranhos para provar que seguiu em frente. Então... acalma-se, continua com a sua vida e apaixona-se por alguém novo.
Conselho para a quarta fase da cura psicológica: procurar substitutos precipitadamente só sobrecarrega ainda mais o seu coração. Em vez disso, imediatamente após o rompimento, mude o seu ambiente. Afaste-se temporariamente de lugares, objetos ou pessoas que despertem memórias dolorosas do relacionamento. Só quando as suas emoções se acalmarem é que deve considerar entrar num novo romance.
Em última análise, a terapia psicológica para o desgosto amoroso resume-se a um princípio: o amor não é a totalidade da vida, nem qualquer relação romântica isolada. Compreender esta verdade permite-lhe navegar com facilidade tanto pelo amor como pelos rompimentos.
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