6 considerações importantes sobre cuidados domiciliares para febre pediátrica: 5 erros comuns a evitar
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A febre é uma consequência inevitável das constipações, especialmente em crianças, e não deve ser menosprezada. A febre é um dos mecanismos de defesa do corpo contra as doenças. Então, quais são os pontos-chave que devem ser observados ao cuidar de uma criança com febre? Seis pontos-chave para o cuidado domiciliar de crianças com febre:
1. Ambiente: mantenha um ambiente limpo e silencioso, com temperatura entre 18 e 20 °C. Ventile o quarto pelo menos uma vez por dia (transferindo a criança para outro quarto) para reduzir os agentes patogénicos transportados pelo ar. Minimize as visitas de parentes e amigos para evitar infecções cruzadas e garantir o descanso da criança.
2. Monitorização da temperatura: meça a temperatura a cada 4 horas; em caso de febre alta, monitore a cada 1 a 2 horas.Caso surjam sinais de colapso após a administração de antipiréticos — como sudorese profusa, palidez ou fraqueza — administre água com açúcar imediatamente e contacte o médico. 3. Sinais clínicos: monitore o estado de alerta, a condição, a aparência e a respiração. Para crianças com diarreia, recolha amostras de fezes para análise laboratorial.
IV. Dieta: Forneça líquidos ou semilíquidos leves e de fácil digestão, garantindo hidratação adequada.
V. Vestuário: Evite agasalhar demais crianças com febre, especialmente bebés e crianças pequenas, que não devem ser enroladas em panos muito apertados. O agasalho excessivo impede a dissipação do calor e pode impedir a redução da temperatura.
VI. Cuidados com a pele: Mantenha a pele limpa para garantir o conforto da criança.
Embora todos os pais fiquem ansiosos quando os seus filhos têm febre, é crucial evitar estes erros comuns:
Ingestão excessiva de proteínas
Quando uma criança tem febre, os pais muitas vezes atribuem isso à fraqueza e correm para suplementar a nutrição. Consequentemente, alimentos ricos em proteínas, como ovos, carne magra e peixe, são empilhados no prato da criança. Esta abordagem é equivocada.
Uma grande ingestão de proteínas aumenta a ação dinâmica específica dos alimentos, estimulando o corpo a produzir calor excessivo. Isso eleva ainda mais a temperatura já elevada da criança, agravando a febre.
Pesquisas indicam que, entre os três principais nutrientes que fornecem energia — proteínas, gorduras e carboidratos —, as proteínas possuem a ação dinâmica específica mais alta. Elas podem aumentar a produção de calor em 15 a 30%, excedendo em muito as gorduras (3 a 4%) e os carboidratos (5 a 6%) e, portanto, têm o efeito mais prejudicial sobre os bebés.
O uso indevido de infusões intravenosas de soro fisiológico e antibióticos
O uso indevido de infusões intravenosas de soro fisiológico
Um número significativo de pais acredita supersticiosamente nas infusões intravenosas de soro fisiológico, considerando-as mais eficazes na redução da febre do que os medicamentos orais. Na realidade, as crianças com febre apresentam um aumento no consumo de oxigénio e nutrientes. A ênfase deve ser colocada no repouso, na hidratação, no consumo de refeições leves e de fácil digestão e na administração dos medicamentos orais necessários. Geralmente, a administração de fluidos intravenosos(comumente chamados de soro fisiológico).
Os fluidos intravenosos não reduzem rapidamente a febre nem encurtam a duração da doença. Além disso, receber soro em enfermarias de observação hospitalar com uma mistura complexa de pacientes acarreta riscos de infecção cruzada, potencialmente introduzindo novas doenças. Além disso, podem ocorrer reações à infusão, potencialmente exacerbando a condição.
Uso indevido de antibióticos
Os pais muitas vezes insistem em antibióticos para a febre dos seus filhos, exigindo opções potentes como cefalosporinas — que, coincidentemente, só seriam apropriadas se a febre fosse bacteriana.No entanto, as causas da febre são extremamente complexas, sendo as infeções virais as mais comuns. Prescrever antibióticos nesses casos é totalmente errado. Para febres decorrentes de distúrbios do tecido conjuntivo, condições hematológicas ou tumores, os antibióticos são desnecessários, a menos que haja uma infeção secundária. Quanto aos raros casos de febre fisiológica, como febres de crescimento, a administração de antibióticos é totalmente errada.
O uso indevido de antibióticos não só promove a resistência bacteriana, diminuindo a sua eficácia quando realmente necessário, mas também expõe as crianças aos riscos dos seus efeitos secundários — reações alérgicas, infeções secundárias, danos no fígado ou nos rins. Tais práticas não trazem nenhum benefício, apenas danos, e exigem a máxima cautela.
Considerando as características dos bebés com febre, recomenda-se às mães que sigam as seguintes orientações alimentares:
Água
A hidratação é fundamental durante a febre, pois o aumento da ingestão de líquidos ajuda a reduzir a temperatura.
Bebidas
O sumo de melancia é adequado para febres no verão, pois sacia a sede e fornece açúcares simples e vitaminas.
Sumo de pêra fresco As pêras contêm açúcares significativos, além de cálcio, fósforo, ferro e vitaminas. Elas umedecem os pulmões, limpam o coração, eliminam o catarro, suprimem a tosse, reduzem a febre e promovem a produção de líquidos. O sumo de pêra é adequado para bebés com febre e tosse.
Sumo de laranja fresco As frutas cítricas ajudam na digestão, expelem o catarro e suprimem a tosse, ao mesmo tempo que fornecem vitamina C, açúcares e minerais.
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