As doenças gástricas podem ser «contagiosas»? 6 precauções importantes para a prevenção
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O Sr. Zhang recentemente apresentou desconforto gástrico persistente, inchaço constante e refluxo ácido frequente. O exame hospitalar diagnosticou gastrite crónica. Ele ficou perplexo, pois mantinha bons hábitos alimentares. Investigações adicionais revelaram que sua condição era causada por gastrite induzida por Helicobacter pylori, uma forma de doença gástrica que pode ser transmitida.
As doenças gástricas podem ser «contagiosas»?
Atualmente, está comprovado que a Helicobacter pylori está intimamente associada a quatro doenças gastrointestinais: gastrite crónica, úlcera péptica, cancro gástrico e linfoma do tecido linfóide associado à mucosa gástrica (MALT). A H. pylori é atualmente a infecção bacteriana mais prevalente em humanos, afetando aproximadamente metade da população global.Os seres humanos são a única fonte de transmissão da H. pylori, que é altamente contagiosa. O consumo de alimentos contaminados ou beijos podem levar à infecção. Na China, onde é costume compartilhar talheres em vez de servir individualmente, a taxa de infecção é significativamente maior do que nos países ocidentais, onde se pratica o uso individual de talheres. Indivíduos que frequentam jantares sociais correm um alto risco de infecção, e as infecções geralmente ocorrem simultaneamente dentro das famílias.Durante as refeições, um indivíduo infetado pode transmitir a bactéria a outras pessoas através da saliva ou outras secreções digestivas. Se um membro da família desenvolver uma doença gástrica, os outros são altamente suscetíveis a uma infecção subsequente. Consequentemente, interromper as vias de transmissão da Helicobacter pylori é uma estratégia eficaz para prevenir doenças gástricas.
Seis precauções importantes para prevenir distúrbios gástricos
1. Evite a fadiga excessiva:
O excesso de trabalho pode levar ao fornecimento insuficiente de sangue ao trato gastrointestinal e perturbar a secreção da mucosa gástrica, desencadeando assim vários distúrbios gástricos.
2. Evite o uso indiscriminado de medicamentos ocidentais:
Muitos medicamentos ocidentais exercem uma irritação significativa no estômago. O uso prolongado pode danificar a mucosa gástrica, levando a gastrite erosiva, gastrite hemorrágica e úlceras gástricas.Certos analgésicos antipiréticos (por exemplo, aspirina, fenilbutazona, indometacina), corticosteroides (por exemplo, prednisolona, dexametasona) e antibióticos (por exemplo, eritromicina) devem ser tomados estritamente de acordo com as recomendações médicas e usados com cautela.
III. Manter a higiene:
A Helicobacter pylori foi confirmada como a principal causa de gastrite, úlceras gástricas e cancro gástrico. Pode ser transmitida através da partilha de talheres, escovas de dentes e beijos. Portanto, praticar uma boa higiene e evitar a partilha de talheres e escovas de dentes pode prevenir a infecção por Helicobacter pylori e reduzir o risco de várias doenças gástricas.
IV. Evite o consumo prolongado e excessivo de chá ou café forte:
A ingestão excessiva de chá ou café forte pode causar sangramento da mucosa gástrica, disfunção da secreção e perturbação da barreira através de reflexos neurais e efeitos diretos, promovendo assim o desenvolvimento de úlceras gástricas.
V. Mantenha uma dieta equilibrada:
Padrões alimentares irregulares deixam o estômago vazio durante a fome, permitindo que o ácido gástrico e a pepsina secretados pela mucosa irritem a parede gástrica. Por outro lado, comer em excesso causa distensão excessiva do estômago, prolongando a retenção de alimentos e causando danos significativos.
VI. Preste atenção ao seu ritmo alimentar:
Mastigar bem e comer devagar ajuda na digestão. Esse processo aumenta a secreção de saliva, o que protege ainda mais a mucosa gástrica. Engolir alimentos sem mastigar adequadamente inevitavelmente sobrecarrega o trato gastrointestinal.
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