Setenta por cento da saúde gástrica depende da alimentação: hábitos diários para cuidar do estômago que não devem ser negligenciados
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I. Cultive hábitos de vida saudáveis: Comece com rotinas diárias, garantindo pelo menos três refeições regulares e equilibradas por dia. O ideal é estabelecer um horário e cumpri-lo rigorosamente. Coma porções menores com mais frequência, com o objetivo de ficar 70% satisfeito em cada refeição. Dê prioridade a um pequeno-almoço substancial, um almoço satisfatório e um jantar leve. Evite comer em excesso. Se sentir fome entre as refeições, complemente com lanches leves, mas não exagere.
II. Modificar os hábitos alimentares: Faça as refeições pontualmente, sentado, evitando ficar em pé ou agachado. Evite alimentos picantes, fritos ou fumados (por exemplo, grelhados), alimentos excessivamente ácidos ou frios com estímulos fortes, álcool e limite o consumo de chá ou café forte. Aumente o consumo de vegetais e alimentos ricos em fibras, como aipo e cogumelos shiitake.Opte por alimentos macios e fáceis de mastigar; evite alimentos duros ou crocantes, pois são os mais difíceis de digerir. Consuma sopas antes das refeições, pois bebê-las depois pode dificultar a digestão. Evite comer duas a três horas antes de dormir para não perturbar o sono; se sentir fome, beba água. III. Adote práticas alimentares terapêuticas: Alimentos de natureza quente, como carne de carneiro e carne de cão, nutrem o estômago e são adequados para condições de estômago frio;O alho possui propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias, sendo aconselhável consumi-lo regularmente. Além disso, bagas de goji, fungos brancos, tâmaras vermelhas e nozes podem ser consumidos como lanches ou incorporados em pratos. Embora o leite de soja ofereça benefícios, a sua natureza refrescante significa que não pode substituir o leite de vaca. Os pães cozidos no vapor nutrem o estômago e podem ser considerados um alimento básico. Os vegetais e as frutas continuam a ser essenciais para o corpo e devem ser consumidos em quantidades suficientes, embora cozinhá-los até ficarem macios possa aliviar o desconforto gástrico.As cascas de vegetais e frutas contêm maior teor de fibras e podem ser consumidas com moderação, embora o consumo excessivo seja desaconselhável devido à baixa digestibilidade. Assim, melões e frutas podem ser consumidos com relativamente mais liberdade. O mamão combina bem com a constituição do estômago e serve como um alimento nutritivo para o estômago, embora pessoas com excesso de ácido gástrico devam evitar o consumo excessivo. É fundamental lembrar que o estômago prefere o calor e não gosta do frio. Além de itens gelados, outros alimentos refrescantes, como pasta de feijão mungo, também devem ser consumidos com moderação.
IV. Nutrir o estômago através de massagem e exercício: Após as refeições ou antes de dormir, esfregue as mãos até ficarem quentes e, em seguida, massageie o abdómen com movimentos circulares no sentido horário em torno do umbigo por 64 rotações. Depois, esfregue as mãos novamente até ficarem quentes e massageie a parte inferior do abdómen. Pessoas com doenças estomacais devem evitar exercícios imediatamente após comer; é melhor descansar até que o estômago tenha digerido parcialmente os alimentos antes de retomar o trabalho ou dar uma caminhada lenta, o que também ajuda na digestão. Em resumo, o trabalho não deve ser iniciado após as refeições.
V. Cultivar uma mentalidade calma: O aparecimento e a progressão de distúrbios gástricos estão intimamente ligados aos estados emocionais e à disposição mental. Portanto, priorize o bem-estar psicológico, mantendo a alegria e a estabilidade emocional, evitando estímulos negativos, como tensão, ansiedade ou irritabilidade.
VI. Minimize a medicação: Os distúrbios gástricos são condições crónicas que não podem ser curadas rapidamente. A abordagem ideal baseia-se em cuidar do corpo através de mudanças no estilo de vida, em vez de remédios precipitados. A menos que seja agudo, a medicação não é recomendada, pois o uso prolongado traz efeitos colaterais. Dada a natureza crónica dessas doenças, uma resolução rápida não é realista.
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